LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

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Paulo Henrique Chaves Resende de Sousa
Dr. Ana Cristina Sousa Gramoza Vilarinho

Resumo

Introdução: A Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) é o câncer pediátrico mais frequente e o diagnóstico precoce e o início imediato da terapêutica são determinantes para o aumento das taxas de sobrevida. Nesse contexto, o farmacêutico clínico pode elevar segurança e adesão. Objetivo: Sintetizar aspectos biológicos, clínicos e terapêuticos da LLA infantil, destacando a contribuição do farmacêutico. Métodos: Foi realizada a revisão integrativa entre 2018 e 2025, nas bases de dados PubMed, SciELO, LILACS, BVS e Google Acadêmico. Foram incluídos textos completos sobre LLA pediátrica, tratamento/farmacogenômica/atenção farmacêutica; e excluídos os artigos duplicados, textos incompletos, metanálises e adultos-apenas. Resultados: 8 artigos foram incluídos na pesquisa. Foi evidenciado que os materiais educativos e rotinas de transição melhoram compreensão/execução do regime e o seguimento à beira leito reduz erros. Além disso, observou-se que instrumentos padronizados apoiam registro/monitoramento, a personalização (TPMT/NUDT15) mitiga toxicidades por tiopurinas e as escolhas de formulação da L-asparaginase e terapias inovadoras demandam protocolos e monitorização. Conclusão: O Cuidado Farmacêutico estruturado, aliado à personalização e à vigilância ativa, aprimora segurança e adesão na LLA pediátrica, assim, recomenda-se institucionalizar materiais/rotinas, usar checklists e ampliar indicadores e estudos prospectivos.

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Artigos

Biografia do Autor

Paulo Henrique Chaves Resende de Sousa, UNI-CET

Graduando do Curso de Medicina do Centro Universitário Tecnológico de Teresina - UNICET